
26/01/2009
Obra prima
Sempre fui fã da Anne Geddes, aquela artista que tem em seus trabalhos os bebês. Hoje procurando, achei na internet algumas de suas obras e resolvi postá-las. Vê se não são uma graça...


14/01/2009
Primeiros brinquedos

Li essa matéria no site da revista nova escola e achei muito interessante, é sobre brinquedos para diferentes idades. Resolvi postar para que outras pessoas tenham a oportunidades de ler. Espero que gostem!!
Primeiros brinquedos
No início da vida, aparecem as reações circulares. O bebê provoca um ato sem qualquer intenção e, estimulado pelo que aconteceu, o repete. O primeiro brinquedo é o próprio corpo. Até os seis meses, a exploração dos objetos é instintiva e ele se sente estimulado a pegar o que vê pela frente e tenta levar à boca. É nessa fase que se dá conta da permanência do objeto e entende que se algo é escondido embaixo de uma fralda, basta levantar o tecido para reencontrá-lo. Ele não desaparece para sempre.
Perto de completar 1 ano, consegue se locomover melhor, seja rastejando, engatinhando ou andando. Além disso, pode passar qualquer coisa de uma mão para a outra com facilidade. Por causa da mobilidade, a capacidade de exploração aumenta consideravelmente. Até um ano e meio, é esperado um vocabulário mais desenvolvido e maior movimentação que na fase anterior.
Próximo aos 2 anos, a memória e a imitação se desenvolvem e aparece o faz-de-conta. Muitas vezes, o brinquedo perde sua função porque a criança o transforma em outra coisa, por exemplo, quando um cabo de vassoura vira um cavalo. Nesse momento, ela já é mais independente do adulto e quer fazer tudo sozinha, mesmo que não consiga. Até os 3 anos, deve desenvolver bem a linguagem. É comum querer saber o nome de tudo e definir as coisas pela sua função. Gosta de reconhecer figuras pregadas em paredes ou em livros.
Com 4 e 5 anos, o repertório de brinquedos aumenta. Os de encaixar, como o quebra-cabeça, são boas pedidas. Como a atividade física nessa fase está a todo vapor, bolas, skates, patins e bicicletas também são opções.
Modelos de sucata
Nylse Helena Silva Cunha, presidente da Associação Brasileira de Brinquedotecas, é defensora desses tipos. "Às vezes, nem é preciso um tipo funcional. Se o professor colocar uma variedade de formatos e cores de tampas de desodorante em uma caixa, por exemplo, isso vira uma diversão", ensina Nylse. "A criança vai passar um bom tempo colocando e tirando os objetos da caixa, empilhando-os e derrubando-os."
Adriana é favorável da participação dos pequenos na confecção de alguns. "O trabalho manual traz benefícios para o desenvolvimento motor", defende. Eles também podem mexer com a sucata, mesmo que não montem algo específico. "Manipular o material e usar cola e tesoura estimula a exploração e a manipulação, pontos fortes dessa fase."
Precisa de adaptação?
Bebês e crianças com deficiência também brincam e aprendem muito durante esses momentos lúdicos. A maneira de apresentar os brinquedos é a mesma. É preciso prever algumas adaptações ou alterar a evolução das atividades de acordo com a deficiência. Mara O. Siaulys, do Laramara Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual, desenvolveu 110 modelos. "Com os cegos, é preciso estimular os outros sentidos para conseguir bons resultados na aprendizagem e o brinquedo é um instrumento fundamental nesse processo", comenta Mara.
Um bom exemplo é o Guizo Pé-mão. Trata-se de duas pulseiras e duas tornozeleiras com guizos costurados. Pelo barulho produzido, a criança entende que tem duas mãos e dois pés. "Como o cego não enxerga seus pares, não sabe como é o formato do próprio corpo. Por causa disso, por algum tempo ele não juntará as mãos e não pegará os pés", explica Mara.
Na deficiência física, a adaptação pode ser feita com a colocação de uma prótese. Se falta um dos braços, com o aparelho a criança consegue pegar os objetos. Quem tem deficiência intelectual não deve receber muitos estímulos ao mesmo tempo, pois seu ritmo é diferente. Além disso, o educador deve pontuar cada descoberta. "Com um chocalho, por exemplo, o pequeno vai perceber que o objeto faz barulho, mas é preciso ensiná-lo a bater com ele nas mãos", conta Ione Matsuoka, terapeuta ocupacional da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo (APAE). (autora:Fabiana Faria)
Perto de completar 1 ano, consegue se locomover melhor, seja rastejando, engatinhando ou andando. Além disso, pode passar qualquer coisa de uma mão para a outra com facilidade. Por causa da mobilidade, a capacidade de exploração aumenta consideravelmente. Até um ano e meio, é esperado um vocabulário mais desenvolvido e maior movimentação que na fase anterior.
Próximo aos 2 anos, a memória e a imitação se desenvolvem e aparece o faz-de-conta. Muitas vezes, o brinquedo perde sua função porque a criança o transforma em outra coisa, por exemplo, quando um cabo de vassoura vira um cavalo. Nesse momento, ela já é mais independente do adulto e quer fazer tudo sozinha, mesmo que não consiga. Até os 3 anos, deve desenvolver bem a linguagem. É comum querer saber o nome de tudo e definir as coisas pela sua função. Gosta de reconhecer figuras pregadas em paredes ou em livros.
Com 4 e 5 anos, o repertório de brinquedos aumenta. Os de encaixar, como o quebra-cabeça, são boas pedidas. Como a atividade física nessa fase está a todo vapor, bolas, skates, patins e bicicletas também são opções.
Modelos de sucata
Nylse Helena Silva Cunha, presidente da Associação Brasileira de Brinquedotecas, é defensora desses tipos. "Às vezes, nem é preciso um tipo funcional. Se o professor colocar uma variedade de formatos e cores de tampas de desodorante em uma caixa, por exemplo, isso vira uma diversão", ensina Nylse. "A criança vai passar um bom tempo colocando e tirando os objetos da caixa, empilhando-os e derrubando-os."
Adriana é favorável da participação dos pequenos na confecção de alguns. "O trabalho manual traz benefícios para o desenvolvimento motor", defende. Eles também podem mexer com a sucata, mesmo que não montem algo específico. "Manipular o material e usar cola e tesoura estimula a exploração e a manipulação, pontos fortes dessa fase."
Precisa de adaptação?
Bebês e crianças com deficiência também brincam e aprendem muito durante esses momentos lúdicos. A maneira de apresentar os brinquedos é a mesma. É preciso prever algumas adaptações ou alterar a evolução das atividades de acordo com a deficiência. Mara O. Siaulys, do Laramara Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual, desenvolveu 110 modelos. "Com os cegos, é preciso estimular os outros sentidos para conseguir bons resultados na aprendizagem e o brinquedo é um instrumento fundamental nesse processo", comenta Mara.
Um bom exemplo é o Guizo Pé-mão. Trata-se de duas pulseiras e duas tornozeleiras com guizos costurados. Pelo barulho produzido, a criança entende que tem duas mãos e dois pés. "Como o cego não enxerga seus pares, não sabe como é o formato do próprio corpo. Por causa disso, por algum tempo ele não juntará as mãos e não pegará os pés", explica Mara.
Na deficiência física, a adaptação pode ser feita com a colocação de uma prótese. Se falta um dos braços, com o aparelho a criança consegue pegar os objetos. Quem tem deficiência intelectual não deve receber muitos estímulos ao mesmo tempo, pois seu ritmo é diferente. Além disso, o educador deve pontuar cada descoberta. "Com um chocalho, por exemplo, o pequeno vai perceber que o objeto faz barulho, mas é preciso ensiná-lo a bater com ele nas mãos", conta Ione Matsuoka, terapeuta ocupacional da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo (APAE). (autora:Fabiana Faria)
13/01/2009
Presente...
12/01/2009
Rotina
Essa foi a a maneira que escolhi para expressar a rotina dos principais momentos que temos dentro da sala de aula. Construí sozinha, mais assim que começar o ano letivo vou trabalha-lá com os alunos. Escolhi o formato de peixinhos, pois estou decorando a sala com o tema fundo do mar.


Mudanças...

Quem quiser pode deixar sua opinião, eu agradeço!!!
Depois das festas de final de ano, voltei cheia de idéias, mas daí surgiu uma dúvida que já me preocupava a tempos. Neste ano meu filho Lucas completa 4 anos, e deixa a turma do Maternal II para ir para a turma do Jardim A. Detalhe a Professora do Jardim A sou eu!! E agora, o que fazer, será que é possível concilhar as coisas? mãe e professora em turno integral. Bom o Lucas é uma crianças muito querida, mas sabe como são os filhos quando estão na presença de suas mamães, mimos e manhas, pelo menos o meu é assim. Outro fator é que passamos 2 anos da vidinha dele em casa só nós dois e foi só em julho de 2008 que ele entrou para a escola. Depois de uma adaptação muito difícil (3 meses), conseguimos fazer ele aprender a separar os momentos que estou ali como professora e os momentos em que ele pode se dirigir a mim como mãe dele. Então a dúvida o que fazer agora? Bom a solução que encontramos, eu, a coordenadora pedagógica e minha colega do jardim B foi a seguinte: eu e ela iremos trocar de turma. É eu passo paa turma de jardim B e ela para a de jardim A. Estou ansiosa e um pouco preocupada pois nunca assumi uma turma de jardim b, apenas as de berçário e maternal e a pouco tempo a minha turminha do jardim A. Algns dos meus alunos do jardim A passam comigo para a turma de jardim B e isso pra mím é bom. O que me preocupa é a maneira de trabalhar e o que trabalhar no jardim B. Bom se poderem me ajudar com dicas de blogs, sites, livros, atividades para o JB agradeço.
Depois das festas de final de ano, voltei cheia de idéias, mas daí surgiu uma dúvida que já me preocupava a tempos. Neste ano meu filho Lucas completa 4 anos, e deixa a turma do Maternal II para ir para a turma do Jardim A. Detalhe a Professora do Jardim A sou eu!! E agora, o que fazer, será que é possível concilhar as coisas? mãe e professora em turno integral. Bom o Lucas é uma crianças muito querida, mas sabe como são os filhos quando estão na presença de suas mamães, mimos e manhas, pelo menos o meu é assim. Outro fator é que passamos 2 anos da vidinha dele em casa só nós dois e foi só em julho de 2008 que ele entrou para a escola. Depois de uma adaptação muito difícil (3 meses), conseguimos fazer ele aprender a separar os momentos que estou ali como professora e os momentos em que ele pode se dirigir a mim como mãe dele. Então a dúvida o que fazer agora? Bom a solução que encontramos, eu, a coordenadora pedagógica e minha colega do jardim B foi a seguinte: eu e ela iremos trocar de turma. É eu passo paa turma de jardim B e ela para a de jardim A. Estou ansiosa e um pouco preocupada pois nunca assumi uma turma de jardim b, apenas as de berçário e maternal e a pouco tempo a minha turminha do jardim A. Algns dos meus alunos do jardim A passam comigo para a turma de jardim B e isso pra mím é bom. O que me preocupa é a maneira de trabalhar e o que trabalhar no jardim B. Bom se poderem me ajudar com dicas de blogs, sites, livros, atividades para o JB agradeço.
10/01/2009
Feliz 2009!!!
26/12/2008
22/12/2008
Festa de Natal!!
Dia 22/12 tivemos a nossa festinha de natal (encerramento das atividades do ano, voltaremos só em 05/01/09) com entrega de presentes para as crianças. Muitos presentes foram doados por pessoas ou por empresas como a Unimed e o Sicredi (aqui de Porto Alegre) para garantir o natal da criançada.








Nossa árvore de natal...
o lanche coletivo...
ansiedade na espera do papai noel...
em fim o bom velhinho...
as lembrancinhas feitas pelas crianças...
essa foi a lembrancinha que eu e as minhas colegas do MII e do Jardim B fizemos...
Passeio em família!!!
21/12/2008
19/12/2008
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